“Carpe diem”

"Carpe diem"

Muitas das vezes deixamos para trás alguns sonhos, esquecidos, postos em segundo plano por uma rotina ou simplesmente constantemente adiados para um futuro incerto. Esta pequena frase invoca a capacidade de lutarmos pelos nossos sonhos, de seguir os nossos ideais e de tornar diferente cada dia.

sábado, 17 de abril de 2010

Lei de Bases do Sistema Educativo Português

Lei n.º 49/2005 30 de Ago de 2005 /// Segunda alteração à Lei de Bases do Sistema Educativo

Portaria n.º 756/2007 2 de Jul de 2007 /// Revoga a Portaria n.º 18/1991, de 9 de Janeiro, que regulamenta o n.º 3 do artigo 6 da Lei n.º 46/1986, de 14 de Outubro

http://min-edu.pt/np3content/?newsId=1224&fileName=lei_49_2005.pdf

A presente lei estabelece o quadro geral do sistema educativo.
Veio criar e definir o actual sistema educativo.
Todos os portugueses têm direito à educação e à cultura, nos termos da Constituição da Républica.

A valorização do ser humano e a formação pessoal e social de crianças e jovens foi sempre uma das preocupações que acompanhou a educação ao longo da sua história. Devem ser os seus objectivos e “tarefa de todos os agentes educativos, ou pelo menos de todos aqueles verdadeiramente interessados em educar para formar pessoas mais capazes, mais autónomas e mais felizes” (Agústi, 1993: 85), porque é neste intercâmbio de saberes e afectos que o processo de formação se desenvolve e consolida. Ensinar não é fácil e o educador/professor “tem de ser um bom animador, motivando os seus alunos para conteúdos e actividades que os interessam, a fim de neles se empenharem. Aquilo que de alguma forma nos interessa pode transformar-se em fonte de prazer e a aprendizagem lúdica aparece naturalmente” (Cabral, 2001: 243). A Animação Educativa é uma dimensão básica da Animação Sociocultural. Na esteira de Ventosa (1997: 44) é “através de três modalidades básicas: a cultural (animação cultural), a social (animação social) e a educativa (animação educativa)” que a Animação Sociocultural leva a cabo a sua missão, que é a de se ligar intimamente ao desenvolvimento do indivíduo e da comunidade em que este se insere. Contribuir para a formação de uma auto-estima forte é o objectivo principal da Animação Educativa, o que é particularmente relevante na medida que “quanto mais positiva é a nossa auto-estima mais preparados estamos para enfrentar as adversidades e resistir às frustrações, mais possibilidades temos de ser criativos no nosso trabalho e de encontrar mais oportunidades de estabelecer relações enriquecedoras, mais dispostos nos sentimentos para tratar os outros com respeito e mais satisfação encontramos pelo simples facto de vivermos” (Martínez, 2001: 95). A sua força reside, como refere Ventosa, no facto de que “enquanto a educação necessita normalmente de motivações externas para se manter como tal, a animação encontra em si mesma a sua própria motivação” (1995: 25), o que faz dela uma ferramenta privilegiada ao serviço da construção da pessoa.