“Carpe diem”

"Carpe diem"

Muitas das vezes deixamos para trás alguns sonhos, esquecidos, postos em segundo plano por uma rotina ou simplesmente constantemente adiados para um futuro incerto. Esta pequena frase invoca a capacidade de lutarmos pelos nossos sonhos, de seguir os nossos ideais e de tornar diferente cada dia.

quinta-feira, 3 de junho de 2010

Metodologias Quantitativas e Qualitativas

A nossa era, tanto do ponto de vista sociológico como epistemológico, é a era da complexidade. A era da complexidade requer uma melhor articulação e complementaridade entre as duas metodologias: qualitativo – quantitativo, e exige um perfil de investigador que concilie caminhos plurais e que supere a perspectiva do conhecimento único.
É mediante uma abordagem democrática/plural que procuraremos entender os comportamentos das pessoas, reconhecendo que os mesmos não podem ser apenas lidos estatisticamente, enquadrados com frieza de números e gráficos, antes deverão ser apresentados sob a forma de um estudo qualitativo, que não implique a perca da consideração do elemento humano na vida social.

Metodologias Quantitativas: esta orientação costumaexigir dados quantitativos, obtidos com instrumentos válidos e fiavéis, sendo necessária a replicação dos dados e a sua natureza nomotética.
Como afirma Trilla (2004), em geral, o seu âmbito de aplicação fica reduzido a fenómenos observáveis susceptiveis de medição, controlo experimental e analise estatística.
Na metodologia quantitativa, inclui-se as modalidades de investigação experiment5al, quase experimental, correlativa e descritiva.

Metodologias Qualitativas: a investigação qualitativa segue um processo de investigação holístico, indutivo-ideográfico, procura compreender os fenómenos e situações que estuda. Parte dos problemas reais, do questionamento da prática.
"Utiliza a via indutiva para elaborar o conhecimento e tenta compreender como as pessoas experimentam, interpretam e reconstroem os significados intersubjectivos da sua cultura. Deste modo, obtém-se um conhecimento directo da realiade social". (Trilla, 2004)
Segundo Maecelino Lopes (2006), procurar sentidos nos textos, nos relatos, nas entrevistas, nas vivencias, nas experiencias, nos sinais, nos encontros e nos desencontros, é uma tarefa árdua que nos propomos realizar de modo a formular uma interpretação aberta da sucessão de eventos que configuram a história nda Animação sociocultural em Portugal. A pluralidade metodológica, que assiste à nossa investigação e à construção do nosso objecto de estudo, inclui o recurso à entrevista como procedimento, criticamente fiável de recolha de informações.

Como metodologias orientadoas para a decisão e a mudança, pode-se recorrer à investigação etnográfica; à investigação-acção; à investigação cooperativa e colaborativa , à investigação participativa e avaliativa.